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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Carpe Diem.

 Hoje senti seu perfume.
 Em outro corpo, no meio da rua, por alguns segundos. Carpe Diem. Soa familiar? Eu adorava aquele cheiro nos seus moletons. Quando cê esquecia eles aqui em casa, chegava a passar noites inteiras abraçada com eles porque me davam a sensação da sua presença. Eu tinha medo de te perder, de acordar e tudo ser um sonho, e no outro dia quando eu olhava meu celular e via a notificação da sua mensagem, suspirava de alívio porque sabia que logo o moletom, você e aquele perfume estariam fazendo a combinação perfeita quando me envolvessem num abraço.
 Sentir esse cheiro hoje foi como voltar uns meses atrás, foi completamente nostálgico e eu fiquei o dia todo pensando em como eu havia esquecido como ele combinava com você, como tudo antes combinava mais com você.  Você deixou seus moletons no armário, eles nem eram de marca e hoje você está muito mais bem vestido. Não que isso seja ruim, mas sabe...
 Você me deixou também. Por outras, por coisas..
 E eu não valho pouco.
 Quando eu senti aquele cheiro, aquele perfume tão familiar me inundou e eu dei um duro danado pra não chorar, como sempre faço quando te vejo por aí, como sempre faço quando escuto as pessoas falando de você, quando eu tô precisando daquele seu abraço num domingo frio porque minha semana não foi legal ou quando você me dá desculpas e desculpas pra ficar longe de mim. É tão difícil não poder contar com você, porque no final das contas é pra você que eu gostaria de desabafar, dizer que eu ando triste... Por você.

 Sinto muitas saudades.
 Nunca imaginei que fosse escrever algo assim de novo. Mas eu escrevi.


 E é foda.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Vê se aprende isso aí — também.



Uma hora você vai precisar deixar coisas e pessoas que ama. Vai precisar escolher entre o sentimento de esperança e o de realidade. Vai ter que se desgarrar daquilo que te faz sorrir — mas te rouba o chão — pra abraçar outros horizontes que possam te garantir novos — e melhores — momentos. Eu sei, é difícil. Ninguém gosta de deixar algo bom para trás, mas é preciso arriscamo-nos no meio da escuridão, se quisermos encontrar um interruptor que nos garanta luz. Uma nova visão. Novos ambientes, novas sensações. Novas pessoas também.
As lágrimas... Elas são essenciais e não deve-se pensar que são sinônimo de fraqueza, mas de escape. A tristeza só sai assim mesmo. Não há outra forma. E se você busca a felicidade, deve antes de tudo se livrar daquilo que causa aversão a ela.
Aprendi muito nesse meio-tempo. Nada volta. Tudo se renova. Não cabe somente a mim tentar reatar laços ou reviver passados. Eu faço o que posso. O resto entrego em forma de preces e dobro os joelhos em sinal de espera. O sentimento ainda está aqui, guardadinho, intacto bem no fundo da gaveta. Contudo, aos poucos vou esquecendo que ele está ali, e é nesse momento que ele se torna uma lembrança.

Cansei de escrever promessas incertas sobre certezas incertas. Certezas são passageiras até o momento em que a decepção toma o seu lugar. Não prometo mais nada, não escrevo mais sobre amor, futuros prometidos ou algo do tipo. Aprendi que essas também são coisas que passam muito, e quando nada me resta além dos textos, eu odeio ter prometido e não podido cumprir. Como eu disse, promessas são incertas, e certezas são sempre passageiras.

Mas como eu disse, dobro os joelhos e espero. Vou me decepcionando, me ferindo, até que não sobre nada além de uma lembrança velha esquecida no fundo de uma gaveta qualquer. E ressalto: essa gaveta não é um coração.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

7 músicas que você não vai esquecer (ou vai relembrar)!


1. The Watts 103rd St. Rhythm Band - Express Yourself



2. Etta James/ Harvey Fuqua - If I Can't Have You



3. Kool & The Gang - Hollywood Swinging



4. Tom jones - Kiss




5. Tom Jones - Sex bomb


6. James Brown - Get On Up



7. Lynyrd Skynyrd - Sweet Home Alabama



É do tempo da sua avó, mas aposto que você vai gostar! ;D